O que � o Encontro da Nova Consci�ncia?

Todos os anos durante o carnaval, Campina Grande se transforma em um espa�o para a ci�ncia, a cultura, a Arte, as Tradi��es Religiosas e tudo o que diz respeito ao Patrim�nio Cultura Imaterial.

� o Encontro da Nova Consci�ncia, evento que j� � realizado h� 18 anos, sempre com grande sucesso de p�blico de todo o Brasil, constando nos calend�rios de turismo de eventos nacionais.

Trabalhando nesses 18 anos com uma proposta de Cultura de Paz, o Encontro mudou a face da cidade que esvaziava no per�odo de carnaval. Hoje a cidade recebe turistas de todo o Brasil, lotando a rede hoteleira, restaurantes, bares e servi�os, mudando totalmente a economia local, que j� funciona hoje com o sistema de hospedagem alternativa, por ser grande o n�mero de pessoas que procuram op��es que n�o sejam carnaval. Aqui acontece o Almaval - o Carnaval da Alma; celebra��o de valores que envolvem corpo - mente - esp�rito.

O Encontro da Nova Consci�ncia � um evento �nico no mundo conseguindo envolver em um per�odo de cinco dias, as maiores personalidades nacionais e internacionais, para a abordagem de temas de interesse da humanidade, exercitando a toler�ncia, o di�logo Inter-Religioso, o Desenvolvimento Sustent�vel e Inclus�o Social.

Com mais de 54 eventos paralelos, envolvendo pessoas de todas as idades e segmentos, o Encontro da Nova Consci�ncia j� conquistou seu espa�o na m�dia especializada e de massa com abrang�ncia nacional, j� tendo sido alvo de muitas reportagens nos meios de comunica��o de maior alcance de p�blico.

A participa��o no Encontro � gratuita e n�o � necess�rio se inscrever para frequent�-lo, j� que ele � realizado por uma organiza��o sem fins lucrativos.

O Encontro da Nova Consci�ncia j� � uns eventos consagrados, projetando Campina Grande e a Para�ba nacionalmente. E o sucesso do evento � resultado de uma boa parceria firmada entre os poderes p�blicos e privados e, � nesse contexto que lan�amos no mercado o projeto ENCONTRO DA NOVA CONSCI�NCIA, na sua 19� vers�o. Nesse per�odo o Encontro � a melhor oportunidade para marcar institucionalmente a imagem das empresas patrocinadas, por atingir um p�blico alvo diversificado e de todo o pa�s.

ORGANIZA��O NOVA CONSCI�NCIA

Rua Maciel Pinheiro, 134 - 1� Andar - Sala 9
CEP: 58100-070
Campina Grande-PB
Contatos: (0**83) 3322-4951 / 9901-0155 / 8893-6770
E-mail: novaconsciencia@gmail.com
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Horarios: 09:30h �s 13:00h e 14:00h �s 18:00h de Segunda a Sexta
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Reator converte luz solar em combust�vel - Energia Limpa

Pesquisadores dos Estados Unidos e da Su��a desenvolveram prot�tipo de gerador que pode transformar a luz do Sol em combust�vel que foi demonstrado com sucesso em laborat�rio. A pesquisa foi publicada na revista Science.

Em um processo semelhante � fotoss�ntese, a m�quina usa raios solares e o metal c�rio para quebrar as mol�culas de di�xido de carbono ou �gua e transform�-las em combust�veis l�quidos que podem ser armazenados e transportados. A pesquisa explica que o novo dispositivo � diferente dos pain�is fotovoltaicos (que aproveitam a luz para gerar energia) normais.

Os pain�is fotovolt�icos convencionais s� podem usar a eletricidade que geram no mesmo local em que est�o instalados e n�o conseguem gerar combust�vel � noite. O novo reator de energia solar, no entanto, consegue gerar combust�vel que pode ser armazenado e transportado. E tamb�m poderia continuar funcionando no fim do dia.
Modelo
A m�quina tem uma janela feita de quartzo e uma cavidade que concentra a luz do sol e a direciona para um cilindro revestido com �xido de c�rio, um metal de terra rara. O c�rio tem uma propens�o natural a liberar oxig�nio quando aquece e absorv�-lo quando esfria. Depois que o metal � aquecido pela luz do sol, di�xido de carbono ou �gua s�o bombeados para dentro do recipiente. O c�rio retira o oxig�nio presente nestes elementos enquanto esfria, em uma rea��o qu�mica que cria mon�xido de carbono ou hidrog�nio.

O hidrog�nio produzido pode ser usado para abastecer c�lulas de hidrog�nio em carros, enquanto a combina��o de hidrog�nio e mon�xido de carbono pode ser usada para criar uma esp�cie de "gasolina sint�tica.

Segundo os inventores do reator solar, o aproveitamento das propriedades do c�rio � o grande avan�o cient�fico da pesquisa. Por ser o metal de terra rara mais abundante que h�, o c�rio torna a fabrica��o do dispositivo mais barata e sua produ��o mais vi�vel.

Melhorias

No entanto, os pesquisadores dizem que o prot�tipo ainda � ineficiente, j� que o combust�vel criado aproveita somente entre 0,7% e 0,8% da energia solar que entra no recipiente. A maior parte da energia � perdida pela parede do reator ou pelo desvio da luz solar para fora do aparelho, atrav�s da abertura. Mas eles acreditam que a efici�ncia pode chegar a 19% com melhor isolamento de calor e redu��o da abertura.

Nesse momento, a m�quina j� poderia ser produzida comercialmente, segundo a professora Sossina Haile do Instituto de Tecnologia da Calif�rnia, nos Estados Unidos, que chefiou a pesquisa. "A qu�mica do material � perfeita para este processo", diz. Ela afirma que o reator pode ser usado para criar combust�veis para transporte ou ser adotado em usinas de energia, onde o combust�vel criado com energia solar poderia ficar dispon�vel tamb�m � noite.
No entanto, ela acredita que o destino deste e de outros dispositivos em desenvolvimento depender� de os pa�ses adotarem uma pol�tica de baixo carbono. "Se tiv�ssemos uma pol�tica de baixo carbono, uma pesquisa desse tipo avan�aria muito mais rapidamente", disse ela.

Fotoss�ntese

Foi sugerido que o dispositivo imita as plantas, que tamb�m usam di�xido de carbono, �gua e luz do sol para criar energia como parte do processo de fotoss�ntese, mas a professora Haile diz que a analogia � muito simplista. "No sentido mais gen�rico, h� semelhan�as, mas elas acabam por a�", afirmou.

Daniel Davies, chefe de tecnologia da companhia fotovoltaica brit�nica Solar Century, envolvida na pesquisa, diz que o processo foi "muito empolgante". "Acho que a pergunta � onde coloc�-lo. Voc� colocaria seu reator solar no telhado ou seria melhor mant�-lo como uma grande ind�stria no deserto do Saara e transportar o combust�vel por navios?", disse. Haile acredita que um reator no telhado poderia produzir at� aproximadamente 14 l de combust�vel por dia.

Apesar do r�pido avan�o de dispositivos de energia solar, a efici�ncia, a economia e o armazenamento destes dispositivos ainda s�o problemas. Outra tentativa de contorn�-lo s�o as usinas solares de nova gera��o, que foram constru�das na Espanha e nos Estados Unidos. Elas utilizam um conjunto de espelhos para concentrar a luz solar em receptores em forma de torres. A luz do sol que entra nas torres movimenta turbinas a vapor.
Um novo projeto espanhol usar� sais derretidos para armazenar o calor do sol por at� 15 horas, para que a usina possa potencialmente operar � noite.

Fonte: Terra

Arrebatamento Jur�ssico - O fim est� breve (ou n�o)

Fonte: http://www.umsabadoqualquer.com/

CIRCO DA F� - Tirinha



Fonte: Um s�bado Qualquer

Estudantes percorrem 26 mil km a bordo de um carro el�trico

Como projetos de matem�tica e engenharia s�o rotineiros na vida acad�mica de um grupo de alunos da universidade Imperial College London, eles resolveram criar algo mais excitante do que uma simples feira de ci�ncias. Ap�s iniciarem pesquisas sobre tecnologia verde, em agosto de 2009, os estudantes embarcaram em uma jornada de mais de 26.000 km a bordo de um ve�culo el�trico constru�do por eles mesmos, o SRZero.

Cruzando a rodovia mais longa do mundo, a Pan-Americana, do Alasca at� Ushuaia, na Argentina, em 140 dias, eles se aventuraram em uma viagem repleta de desafios e momentos inesperados. Se dirigir em uma estrada com chuva forte ou sob neblina � perigoso e requer uma dose extra de cuidado, imagine enfrentar a poeira do Deserto do Atacama e as vias cheias de curvas no alto das Cordilheiras dos Andes durante dias.

A jornada ficou conhecida como Racing Green Endurance, e seu objetivo era iniciar, com pessoas de diferentes culturas, com quem se esbarrassem durante o caminho, um di�logo sobre sustentabilidade e educa��o, al�m de dar um incentivo extra para a forma��o de novos cientistas, engenheiros e pesquisadores.

No blog do projeto, os jovens contam o qu�o magn�fico foi observar as rea��es das pessoas por onde passavam, desde comerciantes interessados em neg�cios verdes em S�o Francisco, nos Estados Unidos, at� fazendeiros e curiosos do interior da Guatemala, que sequer tinham ouvido falar em ve�culos el�tricos antes.

Depois de superar o teste mais eficiente de resist�ncia para qualquer carro, ou seja, chegar ileso ao destino final, passando por algumas das paisagens mais espetaculares da natureza, o grupo espera ter deixado para tr�s a ideia de que os modelos de carros el�tricos s�o lentos, limitados e pouco atrativos.


Fonte:
EarthTechling


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Deus � temor - Realidade �cida sobre certos tipos de pr�ticas religiosas

FONTE:
http://www.malvados.com.br/

Nova Iorque recordou John Lennon juntando centenas de pessoas no Central Park

O 30� anivers�rio do assassinato de John Lennon juntou quarta-feira centenas de pessoas no Central Park, Nova Iorque, numa celebra��o da m�sica, da mensagem, e at� em protesto contra suposta "m�o" do governo norte-americano no assass�nio do m�sico.

As temperaturas fixadas nos graus negativos n�o impediram que ao longo de todo o dia se fizesse ouvir "Help", "Ticket do Ride" e outros �xitos de Lennon e dos Beatles, tocados � guitarra por alguns e cantados por muitos dos que assistiam ao espet�culo improvisado de p� em bancos de jardim ou que passavam por um recanto do parque batizado de "Strawberry Fields" em homenagem a Lennon, do outro lado da rua do edif�cio Dakota, onde viveu e � porta do qual morreu.

A mem�ria de Lennon est� bem presente nesta esquina da cidade -- Central Park West com a rua 72 -- e em muitos nova-iorquinos, como a sexagen�ria de origem inglesa Elizabeth Rogers, que mesmo sendo uma f� "moderada" de Lennon lamenta hoje ter sido "demasiado brit�nica" quando se cruzou com os Beatles, em fevereiro de 1964.

"Achei que era indelicado. Resisti a pedi-lhes o aut�grafo e sempre me arrependi", lamenta Rogers.

A mensagem de paz e toler�ncia de muitas m�sicas de Lennon � "cada vez mais importante", afirma, mas o otimismo � "dif�cil" face �s "coisas horr�veis que se passam em todo o mundo".

Durante todo o dia, e at� ao cair da noite, o aglomerado de gente era tal que s� subindo a um banco do jardim era poss�vel ver "hippies", muitos j� grisalhos, que faziam uma roda em torno de um c�rculo de cal�ada tipo portuguesa.

A Wikipedia refere que o c�rculo de cal�ada foi feito por calceteiros portugueses, uma oferta da cidade de Lisboa, mas s�o poucas as refer�ncias a esta faceta da obra.

As flores e velas espalhadas pelos f�s de Lennon na quarta-feira impediam que se lesse a palavra no centro do c�rculo: "Imagine", t�tulo de umas das can��es mais famosas de Lennon.

Angelica, uma norte-americana de Boston, que recentemente "abra�ou um novo estilo de vida mais virado para Deus", fez centenas de quil�metros, juntamente com outros membros da "irmandade 12 tribos", para participar na celebra��o e distribuir folhetos com a sua mensagem de paz.

"Lennon � uma grande inspira��o, um pilar da paz e da toler�ncia", disse � Lusa.

� entrada da improvisada sala de concertos, era poss�vel comprar cartazes de Lennon com camisola a dizer "Nova Iorque", crach�s a dizer "Imagine" ou "Obama � o maior".

Em alternativa, havia tamb�m livros a explicar "a m�o da CIA" no assassinato de Lennon.

Enquanto alguns seguravam cartazes a dizer "Give Peace a Chance" ou fotos de Lennon, outros proclamavam que o cantor brit�nico foi assassinado pelos servi�os secretos norte-americanos.

� o caso de Richard Degan, nova-iorquino de 47 anos, que criticava que se cantasse as m�sicas de Lennon sem "perguntar como e porqu� ele morreu".

"Estes turistas n�o percebem nada disto. Eu sou de Nova Iorque, sempre vivi aqui", disse � Lusa.

A sua presen�a era uma homenagem ao "ativista e radical", porque a "fase dos Beatles � lixo pop" e muitos se aproveitam da imagem e do nome de Lennon, incluindo a fam�lia, acusa.

O 30� anivers�rio da morte de Lennon ser� marcado sexta feira com a publica��o pela revista Rolling Stone da �ltima entrevista do cantor brit�nico, com partes in�ditas, em que se queixa da "idolatria" em torno de artistas como ele pr�prio.

"O que eles [cr�ticos] querem s�o her�is mortos, como Sid Vicious e James Dean. Eu n�o estou interessado em ser um her�i morto", referiu.

Tr�s dias depois, a 8 de dezembro de 1980 foi assassinado.


FONTE:
http://www.ionline.pt/conteudo/92884-nova-iorque-recordou-john-lennon-juntando-centenas-pessoas-no-central-park

Canal de vídeos - Nova Consciência

http://www.youtube.com/ongnovaconsciencia
 

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